Review: To Aru Majutsu no Index Vol. 01~06

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Quando a ciência e a magia se unem surge essa história incrível…

Em 2014, To Aru Majutsu no Index completa 10 anos de publicação no Japão pela famosa editora Dengeki Bunko, que já publicou e ainda publica inúmeros títulos de sucesso como Shakugan no Shana, Toradora!, Sakurasou no Pet na Kanojo, Durarara!, Mahouka Koukou no Rettousei e o hit de vendas Sword Art Online. Apesar da obra e o autor Kazuma Kamachi terem seu digno aniversário de 10 anos, somente ano passado fui ter contato com a franquia e por isso apenas agora meus surtos serão registrados aqui através desta singela review, que pretende abordar os 6 primeiros volumes da história e que são equivalentes à primeira temporada do animê adaptada pelo estúdio J.C.Staff em 2008.

1. HISTÓRIA

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Cidade Acadêmica, uma cidade localizada no Japão que possui aproximadamente 729.22 km, um terço do tamanho de Tóquio. Nesta cidade, oitenta por cento de sua população de dois bilhões e trezentos milhões de habitantes são estudantes, que usufruem de uma tecnologia vinte ou trinta anos mais avançada se comparada com o restante do mundo possibilitando inúmeros experimentos científicos. Por conta disso, há inúmeros jovens autodenominados espers, que possuem poderes especiais e são divididos em categorias de 0 a 5, sendo os jovens de level 5, que são 1 em cada 378.571 pessoas, os mais poderosos. Entretanto, há um certo level zero que sabe da existência do lado científico e do lado mágico do mundo, mas achava que ambos eram iguais. Aos poucos, ele descobre singelas diferenças entre a magia e a ciência, mas o que ele não sabia é que ele seria a chave para união destes dois universos distintos. Este é o começo da história de Touma Kamijou, um certo garoto azarado que estava prestes a romper as barreiras da magia e da ciência.

2. ILUSTRAÇÕES

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Kiyotaka Haimura é o responsável por representar todas as situações, ações e sentimentos das personagens de Index através de suas ilustrações preto e branco, que acompanham a light novel durante o desenvolvimento de cada história presentes nos volumes, ou mesmo antes do sumário, com ilustrações coloridas a fim de gerar expectativas no leitor para que ele aprecie o que se aventurará em seguida. Index_v03_219Nos primeiros seis volumes, dificilmente se encontrará uma ilustração digna de aplausos, pois Haimura-san desenha de forma bem simplória. O character design não possui muitos detalhes e as personagens não mostram grandes expressões que impactam quem vê, ainda mais se você estiver assistido o animê e ter em sua memória o character design da J.C.Staff, o que torna ainda mais difícil de se acostumar com os desenhos feitos pelo sensei. Entretanto, apesar de traços simples, ele consegue transmitir exatamente aquilo que Kamachi quer passar ao seu leitor. As descrições lidas na light novel e as ilustrações convergem sempre, dando aquela sensação agradável ao leitor de “foi exatamente assim que imaginei” , e arrisco dizer que se não foi daquela maneira que você imaginou, com certeza terá a satisfação de se deparar com o desenho e se surpreender admirando o trabalho do ilustrador. Meu destaque dos seis primeiros volumes cairá sob uma ilustração presente no volume 2, mostrando um pouco do poder e dos mistérios a cerca do Imagine Breaker do nosso protagonista azarado Touma Kamijou:

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O dragão está supremo, mas olhem o Touma lá atrás sem muitos detalhes.

3. ENREDO E SEU DESENVOLVIMENTO

Index_v04_032-033Infelizmente, To Aru Majutsu no Index falha muito no início de sua história, apresentando ao leitor um ritmo lento em seus primeiros volumes. O próprio autor, Kazuma Kamachi, assume isso no epílogo do volume 5 de sua obra, dizendo que passou cinco volumes escrevendo somente sobre o Verão de Touma. Todos os volumes são bem escritos, a narração de Kamachi capítulo após capítulo realmente prende e instiga o leitor a terminar um volume, mas não há uma grande tensão ou perigo eminente que instigue a leitura de um volume a outro. A busca pela leitura se dá mais ao fato de querer conhecer mais sobre o universo expansivo que Kamachi propõe subjetivamente do que o protagonista e seus contos de Verão. Entretanto, apesar de não ser uma obra com início eletrizante, Index proporciona um ótimo entretenimento ao leitor. Nos primeiros volumes, vemos principalmente uma enxurrada de piadinhas, que só quem está acostumado com a cultura otaku conseguiria entender e se divertir, mostrando qual o verdadeiro público que o autor quer focar. Piadinhas com personagens imouto, tsunderes e inúmeros outros fanservices podem ser encontrados das mais diversas maneiras durante a leitura. Index_v03_005Kamachi também é sagaz ao apresentar a nós uma enxurrada de informações sobre o universo expansivo que Index tem. A apresentação da Cidade Acadêmica, seus mínimos detalhes, as pessoas e os poderes que a cercam são incríveis. Não há dúvidas para imaginar como realmente as coisas funcionam nessa cidade tecnológica, fazendo você ter vontade de querer morar nela por inúmeras vezes. Lembro-me de uma informação no volume 3 sobre os tipos de acesso à internet que temos na cidade, sendo divididos em rankings. Celulares são reconhecidos por terem acesso D; computadores de bibliotecas e casas têm acesso C; terminais especiais para professores são de acesso B; fábricas de pesquisa são de acesso A e os de acesso S são para computadores secretos de diretores e afins. Com estas informações faz muito mais sentido o pedido de Himegami à Komoe-sensei no volume 6 para usar o computador da baixinha, visto que computadores de professores tem acesso menos restrito se comparado com de alunos. Algo que também é visível em relação a informações pontuais sobre o universo de Index, é que Kamachi acaba sendo repetitivo, mas é compreensível por dois motivos: quem compra a light novel leu o último volume da mesma há 2 ou 3 meses atrás, então é importante recordar alguns pontos que podem ter sido esquecidos pelo leitor ou também por ser uma informação importante para a obra e por conta disso é fundamental ser lembrada sempre.

Index_v04_007Além dos inúmeros detalhes descritos, a narração do sensei também é ótima por outros dois principais motivos: as diversas reviravoltas dentro de um mesmo volume e quando se trata da dramaticidade presente nos diálogos entre suas personagens. Portanto, quando ler Index tenha em mente de que nem tudo é o que parece, uma conclusão que você chegou no meio do volume acreditando que ela será a solução para todo o mistério do arco pode ser facilmente alterada ao final dele, e o melhor, você não tem nenhuma pista a respeito disso! O Kamachi é troll e gosta de brincar com nossas expectativas criando uma história agradável. No primeiro volume, temos aquela indefinição se Touma conseguirá salvar Index ou não antes da meia-noite e as consequências duras que este ato podem trazer, afinal nem tudo é um conto de fadas. No segundo volume, vemos a luta contra um alquimista invencível que aparentemente é cruel, mas será que ele realmente é inescrupuloso? Você esperava que o poderoso e misterioso Imagine Breaker pudesse tomar a forma de um ser mitológico? No terceiro volume, nos envolvemos com a história de uma garota que se culpa pela sua ingenuidade e um embate épico do mais forte ser da Cidade Acadêmica contra o mais fraco, logo é óbvio quem vencerá… ou não. No volume quatro, lemos um conto de sacrífico de amigos, os desejos de um pai que só queria salvar seu filho do azar, e um ambiente de investigação para descobrir quem está por trás de uma poderosa magia. Seria um psicopata que acabou de fugir da cadeia? O quinto volume traz três histórias distintas, portanto temos três finais angustiantes e cheios de sentimentos, deixando para o sexto volume uma incrível apreensão, o começo dos planos do diretor da Cidade Acadêmica e a história de um monstro que quer proteger aqueles que ama e se questiona se isso é certo.

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Falando das personagens, Kamachi sempre tenta trabalhar o emocional de cada uma delas da melhor maneira possível criando várias cenas com forte apelo sentimental comovendo bastante quem está acompanhando. Mesmo aquela que memorizou 103 mil grimórios em sua mente não tenha tanto destaque efetivo antes do volume 6, percebemos que aos poucos, Index acaba se adequando a vida na Cidade Acadêmica e é muito grata ao seu eterno salvador Touma criando um laço forte com o mesmo por ter arriscado sua vida por ela e claro, por sempre alimentar a coitada (LOL). Index_v02_004Stiyl Magnus se destaca em inúmeros momentos da história, mas sem dúvidas o que mais chama atenção neste começo são seus fortes sentimentos por Index que o fazem adquirir força para lutar, seguir em frente e viver. Tudo isso fica muito explícito no segundo volume e por mais que ele seja ríspido com as pessoas, é possível perceber o quão agradecido ele é a Touma por ter feito o que ele próprio não conseguiu: salvar Index. Kanzaki Kaori é outra que tem destaque, mas isso é mostrado com maiores detalhes no volume quatro, em que é revelado a verdadeira origem de seu poder assustador e todos os sacrifícios e sofrimentos que ela passou para ser o que é, e não é como se ela pudesse mudar seu destino, pois assim ela nasceu: com sorte demais. E talvez seja por isso que ela tanto admira Touma, ele tem muito azar, mas mesmo assim não deixa de dar seu melhor para proteger com quem se preocupa, não deixa com que isso desmotive o seu dia a dia, não deixa de lutar pelo que acredita. Se os opostos se atraem eu não sei, mas sei que Kanzaki-neechin se sentiu muito atraída pelo azar do Touma, sem contar o fato de ser eternamente grata por ter salvo uma certa irmã de traje branco.

Index_v03_117Se o lado mágico exibiu a fragilidade de duas personagens minuciosamente, o lado científico não poderia ficar para trás. O volume 3 aborda o famoso arco SisterS, aquele arco em que vemos as fraquezas e incapacidades da terceira level five da Cidade Acadêmica: Mikoto Misaka. Sem o Imagine Breaker seria impossível lidar com as trevas que nossa Railgun se deparou, pois embora o às de Tokiwadai tenha um poder imenso devido sua forte personalidade, é preciso lembrar que seu coração é de uma garota do ensino fundamental qualquer, é um coração que não estava pronto para enxergar tanta escuridão, tantas mortes, tantas tragédias. O arrependimento de Misaka e sua resolução final são os pontos iniciais e finais do arco, e os mais importantes dele. Contudo, seria um ultraje falar do arco SisterS e do projeto Radio Noise sem citar o esper mais forte do mundo: Accelerator. Se Misaka não conhecia as trevas, ele não conhecia a luz, não conhecia bondade, não conhecia alegria e de acordo com o ele mesmo, tudo que sabia fazer era matar. O leitor não duvida das palavras deste lobo solitário até chegar ao volume 5, onde inicia-se a mudança do nosso Accel devido a um encontro inesperado… Ou seria premeditado? Um garoto que antes tinha matado mais de dez mil pessoas, acaba salvando duas depois. Mas que diferença isso faz? Pode até parecer pouco, mas para ele foi um passo imenso! Lembra que o próprio disse que só sabia matar? Agora ele começa a enxergar que é capaz de fazer outras coisas, apesar de ter ciência que ainda é pouco.

“É verdade, eu matei mais de 10.000 das SisterS, mas isso não significa que eu devo deixar o restante delas morrer. Eu sei que essas palavras são hipócritas, eu sei que não direito de dizer palavras como essas, não importa o quão canalha eu seja. E não importa quantas desculpas nós vamos dar, Amai Ao, elas não são razões para matar essa pirralha!”

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Como puderam perceber, as personagens secundárias na maioria das vezes são muito mais interessantes que Touma, mas se ele é quem mais aparece porque é o protagonista, como lidar? Neste início, ele é basicamente um recurso que Kamachi usa para finalizar uma história, finalizar um arco, finalizar um volume. Não há desenvolvimento do protagonista, pois acredito que nos próximos volumes Touma pode mostrar o que é o Imagine Breaker e mostrará como lidar com isso, fora que todos os fatos presenciados pelo mesmo podem possibilitar crescimento de seu eu interior. Resumindo, Kamachi preferiu focar mais em apresentar o universo da obra do que fazê-la girar em torno do protagonista, ratificando lento início de sua narrativa.

Entretanto, no volume 6, o conto avança devido a convergência entre mundo mágico e científico que começa a dar as caras. Destaque para Kazakiri Hyouka, que possibilita mais explicações sobre o que são as dispersões AIM (An Involluntery Moviment) criada pelos espers da Cidade Acadêmica e também um mero estopim mágico para que o diretor da Cidade Acadêmica, ou seja, o dono absoluto da ciência mostrasse suas verdadeiras intenções. Aleister definitivamente não é um mero espectador que vigia sua cidade e a grande sacada de Kamachi é no epílogo deixar no ar como este ser que não parece nem homem e nem mulher; nem adulto e nem criança; nem um um santo e nem um condenado, reagirá futuramente contra tantas segregações religiosas que hão de aparecer. Será que o Imagine Breaker conseguirá quebrar as ilusões de seus inimigos?

4. ADAPTAÇÃO EM ANIMÊ

Index-KanzakiComo disse no início desta review, os seis primeiros volumes de To Aru Majutsu no Index correspondem a primeira temporada do animê de 24 episódios que o estúdio J.C.Staff adaptou, e afinal, a animação é uma boa adaptação? Certamente é, caro leitor. O animê consegue transmitir a essência e os principais fatos dos quais a light novel descreve, porém se você realmente gostou do animê, deve dar uma chance para a light novel caso tenha curiosidade, pois este tipo de literatura acaba sendo muito mais completo possibilitando melhor compreensão não somente o universo da obra, mas também suas personagens. Nos volumes 2 e 4, vemos Styl e Kanzaki, respectivamente, muito agradecidos pelos feitos heróicos do protagonista Touma por ter salvado Index, percebemos os dois verdadeiramente sentimentais, algo que você vê no anime, mas não necessariamente tão explícito. To Aru Kagaku no Railgun S - 14 - Large 32No volume 3, nos deparamos com um dos melhores arcos de Index, o arco SisterS, este conhecido tanto nos animes de Index como Railgun S, onde são muito bem adaptados. Mas mesmo a ótima adaptação para ambas animações ainda não consegue chegar aos pés da light novel que possui mais detalhes sentimentais e narração deprimente, escolhendo palavras que tocam os leitores, mas principalmente os fãs (a.k.a. eu) da melhor electromaster.  Este trecho demonstra bem isso:

“Não teria como ela esquecer a noite em que foi capaz de usar seus poderes pela primeira vez. Ela se mexia lentamente sob seu cobertor e foi criando pequenas faíscas por toda noite. Era como se tivesse visto estrelas brilhando e por conta disso pensou que realmente fosse capaz de um dia criar um céu estrelado quando ficasse mais velha e mais forte. Mas isso era como ela pensava antes de crescer e agora sentia que não tinha nem mais o direito de sonhar.”

A narração mensura o exato sofrimento de Misaka, algo que complementa muito para os momentos finais do arco. Não é que no animê você não consiga observar esses sentimentos, mas a light novel deixa tudo mais dramático e intenso, fazendo o leitor e apreciador da franquia To Aru ganhar muito com isso. Vejo a light novel também como um complemento da animação, então se algo ficou obscuro quando assistiu, corra para a light novel que dificilmente terá dúvidas.

Quer um exemplo de algo que deixa os fãs do animê na dúvida? Em fóruns, vi algumas discussões a respeito dos poderes de teletransporte da Kuroko poderem ser tão apelativos quanto os do Accelerator, ou mesmo que ela poderia ser uma level five. Todavia, se você leu a light novel, sabe que isso não é possível. No volume 6, Kamachi explica com perfeição a essência dos poderes desta senhorita de Tokiwadai, eliminando qualquer discussão de que ela possa superar o Accelerator. Index_21-ShiraiKurokoKuroko calcula vetores para usar seu teletransporte, entretanto, ela precisa de uma concentração muito grande para tal, além também da velocidade de seus cálculos não ser tão veloz fazendo com que ela seja a level four que é. Pronto! Acabou! Ela não calcula mais rápido que o Accelerator, logo ela não pode ganhar dele em uma luta. Nem do Gunha ela poderia ganhar? Não! O sétimo level five da Cidade Acadêmica é muito forte e tem uma velocidade de reação muito grande, então caso ela o confronte seria impossível vencê-lo, pois tem reação demasiadamente lenta. Não basta ter um certo poder esper, a forma como ele é usado conta muito, e é por isso que as simulações para medição de poder são normalmente feitas baseados em testes físicos. E lembrem-se: Levels five estão em um patamar completamente distante de outros espers, tanto que somente 0,3% tem potencial de serem level five dentro da Cidade Acadêmica. Não é pra menos que só tem 7 lá né?🙂

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Para encerrar, é válido registrar que o arco Angel Fall – todo volume quatro da light novel que equivale aos episódios 15, 16 e 17 da primeira temporada – sofreu muitas alterações e cortes da light novel para o animê. E apesar dos outros arcos não possuírem tanta redução de seu conteúdo original, há muita censura para a animação a fim de aliviar alguns eventos mais violentos e sangrentos; a imagem acima é um bom exemplo.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

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To Aru Majutsu no Index possui um início lento, mas conquista seu leitor devido seu alívio cômico pontual, a apresentação de um universo convidativo e expansivo e personagens carismáticas. Sua adaptação para animê é muito boa, mas para que o interessado compreenda o enredo em sua totalidade seria interessante buscar o contato com a obra original a fim de principalmente, esclarecer dúvidas que possa ter ao assistir a animação. Além disso, o autor Kazuma Kamachi é uma simpatia e parece ter um espírito zoeiro dentro de si. Caso surja o interesse pela procura da light novel, é essencial a leitura das Palavras do Autor depois do Epílogo de cada volume, pois lá conseguimos abrir nossa mente e analisar a proposta do sensei para sua história. Jamais me esquecerei de suas palavras no segundo volume! Kamachi comentou que a base para criar o alquimista Aureolus foi pensar em um Touma que não conseguiu salvar a Index. Como ele se tornaria caso não salvasse aquela pobre garota? A resposta está lá. Mas o fato mais marcante foi ler ele comentar “neste volume 2 não tivemos Misaka Mikoto”, mostrando o quão fanboy é. Tão fanboy que no volume 3 só tem Misaka. HAHA THAT’S MY KAMACHI! THAT’S THE BEST SENSEI! THAT’S TO ARU UNIVERSE!

6. SURTOS PELA CIDADE ACADÊMICA

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Hoje meus surtos estão aqui de uma forma bem diferente! O áudio abaixo contém todos eles, então para ouvir esta louca aqui falando é só dar o play. Espero que se divirtam bastante e muito obrigada por lerem até aqui.❤ Nos encontraremos em breve novamente para continuar a discussão sobre uma certa história de um certo garoto azarado que vive quebrando ilusões por aí. FUKOU DAAAAAAAAAAAAAAAA!

♫ Músicas utilizadas no áudio acima:
♪ Mami Kawada – PSI-MISSING (To Aru Majutsu no Index OP)
♪ Mami Kawada – masterpiece (To Aru Majutsu no Index OP2)

Texto escrito por uma certa garota científica @NanyShidou

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2 comentários sobre “Review: To Aru Majutsu no Index Vol. 01~06

  1. Saudações

    Seu post sobre a LN ficou realmente muito bom, amiga Nayara. Confesso que as contraposições usadas neste texto foram muito dignas. Além disto, algumas conotações merecem um forte destaque de minha parte.

    A primeira delas está no enfoque que deste aos eventos dos primeiros volumes da novel de Index. Ficou muito bom. É algo que você sente o prazer que a blogueira (no caso, tu) teve em descrever os acontecimentos de uma maneira intensa e justa. E o grande ponto positivo está nos poucos spoilers presentes. Isso me leva a crer que tu preferiu atiçar a curiosidade dos visitantes, com a finalidade de fazê-los correrem atrás de tal novel para a pronta leitura.

    E a segunda delas está nas ligações que tu abordou entre o anime e a novel. As diferenciações são existentes, fato, mas não são ruins (ao contrário). Ambas possuem seus pontos de impacto. Se por um lado a novel é mais violenta e intensa (abrangendo o universo de Index à todos os níveis possíveis), por outro o anime é mais brando e resumido (além de ser muito bem trabalhado).

    Sinceramente, foi um post digno!

    E quanto ao seu áudio, ficou ótimo. Gostei do fundo musical baixo, simulando uma suavidade muito bem-vinda. Sua voz ficou muito boa, sem interrupções e falando com uma linearidade estupenda.
    Quanto aos surtos presentes no áudio…
    Bom, quaisquer comentário meu é desnecessário. O surto é livre, válido e digno.

    Lhe parabenizo pelo ótimo trabalho, Nayara.

    Até mais!

    • Olá, Carlírio.

      Fico muito feliz que tenha gostado do post, visto que você já leu a LN e poderia dizer se o texto ficou coerente ou não🙂

      De fato tentei evitar spoilers para incentivar as pessoas que lerem a review a procurarem a LN e mesmo aqueles que já viram o animê, também tentarem fazer o mesmo, pois como disse no meu texto, acredito que a obra original é um grande complemento para a animação. Tentei ligar uma mídia a outra, porque provavelmente a pessoa deva ver primeiro o anime antes de ler a LN, então já tentei falar de tudo o/

      Aaaaaaaaaaaaah, estava muito preocupada com o áudio, mas se a opinião foi positiva de um dos maiores manjões de podcast da blogosfera otaku, fico muito muito muito feliz!

      Obrigada e até mais, Cacá-dono ^^

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